sexta-feira, 24 de junho de 2011
Luta contra a esclerose múltipla
Muitas pessoas comentaram, na última semana, a volta da atriz Cláudia Rodrigues à TV. Ela integra o elenco do programa Zorra Total, da Rede Globo e estava afastada do trabalho há um ano e três meses devido às dificuldades em andar, falar e na memória, conseqüências da Esclerose Múltipla, doença que descobriu ser portadora no ano 2000.
A atriz surpreendeu o público e os colegas ao voltar ao trabalho e, em entrevista à revista Época, disse que ficou muito assustada com o diagnóstico da Esclerose Múltipla, pois não sabia ao certo o que isso significava. A doença, pouco falada, ainda é desconhecida por muitas pessoas. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope em agosto de 2010, aproximadamente, 70% dos brasileiros acredita que a Esclerose Múltipla atinge mais os idosos. Só com a divulgação de informações sobre a doença é que podemos ficar atentos aos sinais que o corpo nos dá, tratar a doença o mais rápido possível e de forma adequada”, diz a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho. Portadora da doença, a médica explica que a Esclerose Múltipla é uma doença do Sistema Nervoso Central, auto-imune, que se caracteriza pela perda da mielina, substância que reveste os neurônios.
A doença é mais comum em mulheres entre 20 e 40 anos. Na maioria das vezes, a fase inicial da Esclerose Múltipla é sutil com sintomas, como visão turva ou pequenas alterações no controle da urina, que passam rápido, mas voltam depois de um período. “Devido a isso, a pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos sem dar importância aos sinais porque em três ou quatro dias eles desaparecem”, explica Soraya.
No geral, os sintomas da doença são: problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força; fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades; dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.
Segundo Soraya, nos primeiros cinco anos é comum o portador ter surtos e a milelina regenerar, mas, depois, não há recuperação espontânea e o paciente vai acumulando dificuldades de equilíbrio e movimento. Por isso, ao diagnosticar a doença, o tratamento deve ser seguido corretamente, pois ajuda a evitar os surtos e suas conseqüências.
Por causa da doença, a médica ficou afastada de seu trabalho durante algum tempo, mas com muita luta e persistência, conseguiu reverter o seu quadro e recuperar a saúde, obtendo grande melhora de sua qualidade de vida no aspecto pessoal e profissional.
Hoje, Soraya voltou a praticar a medicina através de palestras e cursos e vive com a missão de ajudar as pessoas, transmitindo todo seu conhecimento e experiência de vida.
Soraya Hissa de Carvalho é especialista em endocrinologia e metabologia, geriatria e reabilitação, psiquiatria, medicina tradicional chinesa, medicina psicossomática, psicooncologia e tanatologia, neurociência e comportamento, suicidologia e psicanálise.
A atriz surpreendeu o público e os colegas ao voltar ao trabalho e, em entrevista à revista Época, disse que ficou muito assustada com o diagnóstico da Esclerose Múltipla, pois não sabia ao certo o que isso significava. A doença, pouco falada, ainda é desconhecida por muitas pessoas. Segundo uma pesquisa realizada pelo Ibope em agosto de 2010, aproximadamente, 70% dos brasileiros acredita que a Esclerose Múltipla atinge mais os idosos. Só com a divulgação de informações sobre a doença é que podemos ficar atentos aos sinais que o corpo nos dá, tratar a doença o mais rápido possível e de forma adequada”, diz a médica e psicanalista, Soraya Hissa de Carvalho. Portadora da doença, a médica explica que a Esclerose Múltipla é uma doença do Sistema Nervoso Central, auto-imune, que se caracteriza pela perda da mielina, substância que reveste os neurônios.
A doença é mais comum em mulheres entre 20 e 40 anos. Na maioria das vezes, a fase inicial da Esclerose Múltipla é sutil com sintomas, como visão turva ou pequenas alterações no controle da urina, que passam rápido, mas voltam depois de um período. “Devido a isso, a pessoa pode passar dois ou três anos apresentando pequenos sintomas sensitivos sem dar importância aos sinais porque em três ou quatro dias eles desaparecem”, explica Soraya.
No geral, os sintomas da doença são: problemas visuais, distúrbios da linguagem, da marcha, do equilíbrio, da força; fraqueza transitória no início da doença, em uma ou mais extremidades; dormências, com períodos às vezes de melhoras e pioras, sendo que quando predomina na medula, as manifestações motoras, sensitivas e esfincterianas se encontram geralmente presentes, existindo raramente dor.
Segundo Soraya, nos primeiros cinco anos é comum o portador ter surtos e a milelina regenerar, mas, depois, não há recuperação espontânea e o paciente vai acumulando dificuldades de equilíbrio e movimento. Por isso, ao diagnosticar a doença, o tratamento deve ser seguido corretamente, pois ajuda a evitar os surtos e suas conseqüências.
Por causa da doença, a médica ficou afastada de seu trabalho durante algum tempo, mas com muita luta e persistência, conseguiu reverter o seu quadro e recuperar a saúde, obtendo grande melhora de sua qualidade de vida no aspecto pessoal e profissional.
Hoje, Soraya voltou a praticar a medicina através de palestras e cursos e vive com a missão de ajudar as pessoas, transmitindo todo seu conhecimento e experiência de vida.
Soraya Hissa de Carvalho é especialista em endocrinologia e metabologia, geriatria e reabilitação, psiquiatria, medicina tradicional chinesa, medicina psicossomática, psicooncologia e tanatologia, neurociência e comportamento, suicidologia e psicanálise.
domingo, 19 de junho de 2011
O dinheiro não é a luz, mas sustenta a lâmpada.
Não é paz; no entanto, é um companheiro
para que se possa obtê-la
Não é calor, contudo adquire agasalho.
Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança.
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por
valioso ingrediente na proteção afetiva.
Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso.
Não é cultura, mas apóia o livro.
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos.
Não é a base da cura, no entanto,
favorece a aquisição do remédio.
Em suma, o dinheiro associado à consciência
tranqüila, alavanca do trabalho e fonte de
beneficência, apoio da educação e alicerce da
alegria, é uma bênção do Céu que,
de modo imediato, nem sempre faz felicidade,
mas sempre faz falta.
Não é paz; no entanto, é um companheiro
para que se possa obtê-la
Não é calor, contudo adquire agasalho.
Não é o poder da fé, mas alimenta a esperança.
Não é amor, entretanto, é capaz de erguer-se por
valioso ingrediente na proteção afetiva.
Não é tijolo de construção, todavia, assegura as atividades que garantem o progresso.
Não é cultura, mas apóia o livro.
Não é visão, contudo, ampara o encontro de instrumentos que ampliam a capacidade dos olhos.
Não é a base da cura, no entanto,
favorece a aquisição do remédio.
Em suma, o dinheiro associado à consciência
tranqüila, alavanca do trabalho e fonte de
beneficência, apoio da educação e alicerce da
alegria, é uma bênção do Céu que,
de modo imediato, nem sempre faz felicidade,
mas sempre faz falta.
Bezerra de Menezes
sábado, 11 de junho de 2011
Olá amigos do planeta Terra!
Os professores do município do RJ que são aposentados por invalidez com proventos proporcionais ao tempo de serviço, recebem, juntamente com o seu salário reduzido, um complemento salarial para que seu vencimento total seja igual ao piso de R$806,10. Mas esse piso, pelo menos desde 2007, não tem nenhum reajuste. E o aluguel da casa do professor inativo continua aumentando todo ano e, também o preço dos alimentos que ele precisa consumir para sobreviver, o preço das roupas que ele precisa vestir, dos remédios que precisa tomar, etc. E o seu salário mensal cotinua sendo R$ 806,10, nem 1 real a mais de reajuste, pelo menos desde 2007. Alguém acha isso justo? Como essas pessoas e outras em situação semelhante conseguem sobreviver? Será que conseguem ter uma vida digna? Se foram considerados incapazes de trabalhar por estarem doentes, como vão conseguir se manter ganhando apenas isso e, NÃO tendo nenhum reajuste anual? O reajuste que eles tem é calculado sobre os "avos" do seu salário reduzido, proporcional ao tempo que trabalharam e, a isso é adicionado um complemento salarial e um complemento remuneratório pra que seu total bruto seja igual a 806 reais e dez centavos. Nada mais do que isso. E nada mais a dizer... 

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